Trabalhei durante 8 anos no pavilhão de doentes mentais com doenças clínica, depois pedi transferência para o pavilhão infanto- juvenil o qual era chamado erroneamente de infantil, pois lá só havia adolescente raríssimas vezes internava uma criança, conheci uma paciente extremamente agitada batia sempre nas pessoas e poucos conseguiam controlá-la, meu batismo de chegada no primeiro dia de Plantão foi um banho de café com leite , ela me detestava, todas as vezes que me via tinha que me agredir de alguma forma , jogou prato de comida em cima de mim copo de refresco sem contar com um belo tabefe no rosto que levei quando passava distraidamente perto dela. A alegação da mesma é que eu era o maluquinho um traficante da favela que ela morava. Ela era amante do maluquinho, ele a traiu com a melhor amiga dela, contava detalhes daquela situação, aonde foi a traição onde o barraco ficava e de que forma ela viu os dois juntos. Esta paciente manteve este quadro psicótico por uns três meses demorou muito para sair do surto e quem sofria na historia era eu que vivia sendo alvo dela, com o tempo ele foi melhorando gradativamente até voltar ao seu estado de lucidez, as implicâncias comigo terminaram e ela era até amável, aquela menina brava violenta não existia mais deu lugar a uma moça tímida que quase não falava. Um belo dia resolvi perguntar quem era o maluquinho, simplesmente ela ficou me olhando sem entender a pergunta, ai resolvi contar o que ela fazia comigo a mesma ficou me olhando sem entender nada acho até que me achou meio louca. Perguntei sua mãe se tinha conhecimento da historia do namorado que a traiu, a mãe desconhecia e negou morar em favela, tudo delírio nunca existiu o tal maluquinho, de concreto mesmo só os tapas que levei dela por tê-la traído quando eu era nos seus delírios o namorado maluquinho.
EVENTOS LOUCURA DE PORTAS ABERTAS
EVENTOS NO HOSPITAL
Exposição no museu Imagens do Inconsciente até Dezembro
Exposição "Memórias da loucura" pelo CCS( NO CETAPE)
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
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Celebra tua vida
Celebra a alegria de fazer anos de esperança.
Conta teus anos não pelo tempo, mas pelo espaço que fazes em teu coração.
Não pela amargura de uma dor, mas pela ressurreição que ela traz.
Não pelo número de troféus de tuas conquistas, mas pelo gosto de aventura em tuas buscas.
Não pelas vezes que chegaste, mas pelas vezes que tiveste coragem de partir.
Não pelos frutos que colheste, mas pelo terreno que preparaste e as sementes que lançaste.
Não pela quantidade dos que te amam, mas pela medida de teu coração, capaz de amar a todos
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